Áreas comuns que acompanham a vida: as novas tendências do morar

  • 12/05/2026
(Foto: Reprodução)
O mercado imobiliário nunca foi tão sensível às mudanças no estilo de vida das pessoas. Se há cinco anos o coworking parecia indispensável em qualquer empreendimento moderno, hoje a tendência aponta para outro caminho: espaços que priorizem desaceleração, criação manual e bem-estar integral. Não se trata de modismo passageiro, mas de uma transformação profunda na forma como as pessoas querem habitar seus lares. Uma pesquisa da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) e Brain Inteligência Estratégica revelou que lazer e infraestrutura estão entre os fatores decisivos na jornada de compra de imóveis. Consumidores estariam dispostos a pagar mais por academia (47%), piscina (40%) e espaços de convivência (33%). Mas o diferencial competitivo não está mais apenas em ter essas áreas, está em como elas são pensadas e curadas para agregar valor real ao dia a dia. Piscina de raia semiolímpica do Tauá. Divulgação/Dreamis. Do produtivo ao criativo: a guinada nas áreas comuns Durante a pandemia, o home office se consolidou e o coworking nos condomínios parecia ser a solução perfeita. Mas o que o mercado observou nos últimos dois anos foi uma mudança sutil e significativa: as pessoas não querem mais estender sua jornada de trabalho para as áreas comuns. Elas buscam justamente o oposto: espaços que as desconectem do produtivo e as reconectem com o criativo, o manual, o contemplativo. Essa percepção já havia sido antecipada por profissionais do setor, como a designer de interiores Priscila Poli, que batizou a tendência de "hygge brasileiro" — uma reinterpretação do conceito dinamarquês de conforto e aconchego, adaptado à nossa realidade. No Brasil, isso se traduz em espaços que valorizam convivência autêntica, criação manual e integração com a natureza. Exterior do Ateliê do Tauá. Divulgação/Dreamis. No Tauá, empreendimento da Dreamis no Juvevê, lançado em dezembro de 2025, essa mudança de paradigma se materializa de forma clara. Em vez do tradicional coworking, o projeto conta com um Ateliê de Arte e Criatividade, equipado com maquinário para aulas de cerâmica e estrutura para práticas artísticas manuais. A escolha não foi aleatória, foi resultado de pesquisa, análise de comportamento e uma aposta consciente em tendências duradouras. Ismael Zanardini, arquiteto e diretor de incorporação da Dreamis, mostra sua perspectiva: "Observamos que as pessoas já não procuram condomínios com áreas voltadas ao trabalho remoto, mas sim espaços pensados para hobbies e atividades relaxantes. O ateliê do Tauá é uma resposta a essa demanda real: um lugar para criar, desacelerar e se reconectar consigo mesmo. Cada área comum foi curada para promover bem-estar de forma genuína, não apenas para preencher uma lista de itens obrigatórios." Complexo de SPA do Tauá. Divulgação/Dreamis. Wellness como filosofia, não como checklist Outra tendência consolidada no mercado de alto padrão é a infraestrutura wellness, que vai muito além de academia e piscina. Segundo dados da U.S Green Building Council, o setor imobiliário de bem-estar cresceu US$ 134 bilhões em todo o mundo em 2020, refletindo uma preocupação global com saúde integral. Uma pesquisa da WWF apontou que 91% dos brasileiros estão focados em manter ou melhorar sua saúde e bem-estar — acima da média global de 78%. Ao mesmo tempo, um levantamento do Instituto Datafolha revelou que 46% da população sente falta de tempo para fazer o que gosta. Essa combinação de fatores explica por que áreas comuns voltadas para autocuidado, descompressão e práticas contemplativas estão em ascensão. No Tauá, isso se traduz em mais de 3.000m² de áreas comuns pensadas para quatro pilares: movimento, contemplação, criação e conexão. Não apenas espaços fitness, mas ambientes que promovem yoga, meditação, desaceleração. Não apenas salões de festas, mas áreas que incentivam convivência autêntica entre moradores. Sala de Pilates do Tauá. Divulgação/Dreamis. Integração com a natureza: paisagismo como protagonista Outra mudança significativa está na forma como o paisagismo é integrado às áreas comuns. Deixou de ser um "complemento decorativo" para se tornar protagonista na experiência de moradia. Espaços ao ar livre bem planejados, com uma vegetação que traça caminhos e se conecta aos espaços, áreas de contemplação e integração visual entre interior e exterior agregam valor tangível ao imóvel. No Tauá, a taipa ancestral que substitui os muros tradicionais é um exemplo dessa integração. Além de trazer uma visão artística e histórica, a taipa cria uma relação mais orgânica com a rua, diluindo a barreira entre o empreendimento e o bairro. É arquitetura que dialoga com o entorno, não que se isola dele. Parede de taipa na fachada do Tauá. Divulgação/Dreamis. Tecnologia integrada de forma invisível Enquanto algumas tendências gritam, outras se consolidam de forma silenciosa. A tecnologia integrada é uma delas. Sistemas de irrigação automatizada, controle inteligente de climatização, segurança discreta e eficiente — tudo funciona sem que o morador precise pensar nisso. No Tauá, floreiras com irrigação automática no entorno das unidades garantem verde constante sem trabalho de manutenção. Fechaduras eletrônicas na porta de serviço, com área técnica posicionada externamente, facilitam entregas e manutenções sem invadir a privacidade do morador. São soluções que envelhecem bem porque priorizam funcionalidade sobre ostentação. Curadoria como diferencial competitivo O que separa um empreendimento com "várias áreas comuns" de um projeto verdadeiramente inovador é a curadoria. Não basta ter 30 opções de lazer se metade delas fica ociosa ou foi incluída apenas para contabilizar maior área de condomínio. A tendência atual é qualidade sobre quantidade, através de espaços bem pensados, genuinamente úteis e alinhados com o perfil real dos moradores. Incorporadoras boutique como a Dreamis têm vantagem nesse aspecto: sem a pressão de lançar múltiplos empreendimentos simultaneamente, é possível dedicar tempo e expertise à pesquisa de comportamento, análise de concorrência e desenvolvimento de soluções personalizadas para cada projeto. Living de apartamento no Tauá. Divulgação/Dreamis. O futuro do morar já começou As tendências em áreas comuns refletem uma mudança mais profunda: morar bem deixou de ser sobre metragem e passou a ser sobre experiência. O ateliê de artes substitui o coworking porque, ao sair do apartamento, o desejo genuíno é criar, não produzir. Espaços de contemplação ganham protagonismo à medida que desacelerar se torna luxo escasso. A integração com a natureza deixa de ser ornamental quando compreendemos seu impacto mensurável na saúde mental. Centro de Treinamento do Tauá. Divulgação/Dreamis. No Tauá, cada decisão de projeto reflete essa visão: áreas comuns pensadas para promover bem-estar duradouro, tecnologia que funciona de forma invisível, integração com o entorno através da taipa ancestral, e um ateliê de artes que reconhece a importância da criação manual em um mundo cada vez mais digital. As tendências que realmente agregam valor se revelam no cotidiano, na sensação de chegar em casa após um longo dia e encontrar espaços que genuinamente promovem bem-estar.

FONTE: https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/dreamis-incorporadora-novos-olhares-sobre-morar-em-curitiba/noticia/2026/05/12/areas-comuns-que-acompanham-a-vida-as-novas-tendencias-do-morar.ghtml


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